• O Mundo, o mundo: da alegoria da globalização à revelação do comum

    Author(s):
    Marcelo R. S. Ribeiro (see profile)
    Date:
    2013
    Group(s):
    Film Studies
    Subject(s):
    China, Twentieth century, Twenty-first century, Motion pictures--Philosophy, Globalization
    Item Type:
    Article
    Tag(s):
    allegory, Chinese cinema, Jia Zhangke, World cinema, China, modern (post-1911), Film studies, Film theory
    Permanent URL:
    http://dx.doi.org/10.17613/M6XR2V
    Abstract:
    Proponho a análise do filme O mundo (2004), de Jia Zhangke, como alegoria aberta da globalização. A noção de alegoria aberta, ou abertura alegórica, possibilita abordar a globalização como condição de possibilidade do filme (que decorre, em parte, da participação da China nos circuitos globais de capital e de comércio) e como horizonte de sentido da narrativa (que está baseada, em parte, na metáfora do espaço do World Park de Pequim como Mundo em globalização). A análise do modo cinematográfico de constituição da alegoria da globalização conduz a uma comparação entre o trabalho de encenação de O mundo e a chamada “geografia criativa”, que constitui, desde Kuleshov, um dos efeitos mais fundamentais da montagem cinematográfica na representação do espaço. O trabalho de encenação é, no filme, uma forma de interrogar as fantasias e as promessas da globalização, em sua condição abstrata, a partir das disjunções do cotidiano dos trabalhadores e das trabalhadoras que o filme acompanha. O reconhecimento dos limites da alegoria da globalização permite a análise da narrativa como revelação do comum: do qualquer, da partilha, da experiência de estar junto.
    Metadata:
    Published as:
    Journal article    
    Status:
    Published
    Last Updated:
    6 years ago
    License:
    Attribution-NonCommercial-ShareAlike

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